Susques - Argentina. Localizado nos Andes, próximo do deserto Atacama, esse lugarzinho tem a igreja construída há mais de 400 anos, em adobe e cobertura de palha.
- A palavra "palavra" é uma palavra? Pergunta o menino ao mestre. Mestre: - fonema ou grupo de fonemas formam a palavra escrita ou falada. É a faculdade de expressar idéias. Do latim parábola. Menino: - então parabólica é uma série de palavras, tipo uma carta circular? Mestre: Parábola é uma narrativa alegórica. Menino: então o que vemos no carnaval é uma série de carros alegóricos representando palavras? Mestre: pode ser, mas carnaval são os três dias que precedem à quarta-feira de cinzas, dedicadas à diversões. Menino: então o Parque de Diversões tem a ver com carnaval? Mestre: piá, vá estudar!
Face rosada com pronunciadas rugas. Barbas brancas e longas. Cabelo encaracolado, despenteado, mas sempre cuidado. Sorriso nos lábios. Andar firme e decidido, caminha olhando a linha do horizonte. Com a mão esquerda segura o alforje apoiado ao ombro. Camiseta e bermuda cinza. E para completar a indumentária um simples chinelo “havaianas”. Poucos dão valor a esse perfil, mas quando ele para e começa falar, todos prestam atenção ao que ele diz. Manoel é o nome dele. Simplesmente Manoel. Não quer que perguntem o sobrenome. Sobre sua família então, nem faz menção e divaga quando alguém insiste e toca no assunto. Talvez seja esse o traço mais intrigante e o que o torna interessante. Intrigante e interessante, seja lá o adjetivo com que queiram identificá-lo, ele não dá a menor importância.
Outro dia, passeando pela praia parei para um descanso. Sentei na areia e fiquei olhando o movimento da água do mar.
Vários barcos de pesca estavam ancorados, mas um em especial chamava a atenção de quem por ali passava. Estava virado com o fundo para cima e passei a observar também, pois um cachorro saiu debaixo dele e percebi que algo se movia além do cachorro. Levantei-me de onde estava sentado, não me dei conta de que a curiosidade move pessoas, dei alguns passos na direção do barco e fiquei observando aquele homem se levantar. O que estaria fazendo ele, debaixo do barco. Não tive dúvidas:
- Bom dia, disse ele. Mesmo antes que eu balbuciasse qualquer palavra. Ele é assim mesmo, tem iniciativa e está sempre sorridente. Para ele a vida é uma dádiva de Deus.
- Mas o que você estava fazendo embaixo desse barco? Perguntei.
Calmamente, como é de praxe, me perguntou se eu tinha tempo para ouvi-lo. Falei que sim e ele começou me contando que há alguns dias vêm tendo pesadelos e lembranças ruins têm feito perder o sono.
Mas que raios de homem misterioso é esse Manoel. Por questão de minuto, enquanto eu aguardava ele se abaixar para pegar o alforje, meu pensamento passeou rápido e tive vontade de desistir de ouvi-lo. Sabe-se lá se o nome dele é mesmo Manoel. Ele não confirma nem isso.
- Bem. Disse calmamente. Ontem quando saí para pescar, deveria ser quatro horas da manhã, minha vizinha estava discutindo com o marido.
- Veja só, quatro horas da manhã discutindo com o marido. A vida poderia ser absolutamente simples, mas o homem cria complicações e ainda se diz inteligente. Enquanto trancava a porta da minha casa, uma lânguida luz da lua clareava meu cachorro em sua casinha. Ele acordou com o barulho da chave girando na fechadura, chacoalhou a cabeça, se colocou em pé e seguiu-me até o barco. Naquele dia, fiquei com pena dele e o recolhi no barco. Ainda falei com ele.
- Rick, vou te levar comigo, mas vê se não pula na água. Ele se comportou. O Rick é obediente, é um bom companheiro.
Uma de minhas paixões é admirar o por do sol. É um momento para sertir-se feliz. É um momento de gratidão. É um momento para meditação. É um momento de conexão direta com Deus.
Poderia ser minha mensagem para 2010. Não é. Desejo aos que acessam este blog: muita energia para vencer obstáculos; Desejo que irradiem alegria; Desejo que tenham muitos momentos de felicidade; Desejo que saibam administrar bem sua própria grana; Desejo que aumentem seus patrimônios; Desejo que melhorem suas relações com os (as) parceiros (as); Desejo que consigam realizar algum sonho "impossível".
Um homem barbado está numa praia de uma ilha deserta acenando com as duas mãos para um navio que passa ali perto. - Quem é ele? Pergunta um dos passageiros ao capitão. - Não sei, mas toda vez que passamos por essa ilha ele fica feliz assim.
Um velho telefona ao médico para marcar uma consulta para a sua mulher. A atendente lhe pergunta: - Qual o problema de sua esposa? - Surdez. Não ouve quase nada. - Então o senhor vai fazer o seguinte: antes de trazê-la, fará um teste, para facilitar o diagnóstico do médico. Sem que ela esteja olhando, o senhor, a uma certa distância, falará em tom normal, até que perceba a que distância ela consegue ouví-lo. Então, quando vier, dirá ao médico a que distância o senhor estava quando ela o ouviu. Certo? - Está certo. À noite, quando a mulher estava preparando o jantar, o velhote decidiu fazer o teste e a 10 metros de distância perguntou? - Maria, o que temos para jantar? O silêncio se fez presente. Aproxima-se a 5 metros: - Maria, o que temos para jantar? Novamente o silêncio. Fica a uma distância de 3 metros: - Maria, o que temos para jantar? Silêncio. Por fim, chega às costas da mulher e volta a perguntar: - Maria! O que temos para jantar? - Frango, homem! É a quarta vez que eu respondo! (Colaboração do meu amigo João Francisco)
Não importa se a pessoa é: Sábia, Poderosa, Ignorante, Humilde, Arrogante, Genial, se usa seus talentos ou não, igualmente todos vão para o mesmo lugar.
Eu era "PE", depois "BÁSICO", depois "NÍVEL MÉDIO" e cheguei a "NÍVEL SUPERIOR". Ninguém sabe o que é isso, mas já fui isso. Depois fui "AJUDANTE DE SERVIÇO", "AUXILIAR DE SUPERVISÃO", "ASSISTENTE DE SUPERVISÃO", "GERENTE DE EQUIPE DO SETIN", "GERENTE DE EQUIPE DO OFF", "SUPERVISOR DO FUNCI". Ah, já fui (... substituto). Ninguém sabe o que é isso, mas já fui isso. Fui "CRONOANALISTA" e "FISCAL DO SETOP" Ninguém sabe o que é isso, mas já fui isso. Agora entendo o que disse o moço lá do interior de Minas: - "Ele tá procurando ele mesmo"
Hoje vi o sol e vi o mar, então pensei: Tem coisas mais importantes.
Meu filho conta que percebeu uma senhora idosa falando algo pra ele no mercado. Como ele é surdo, pediu para a senhora falar pausadamente olhando pra ele, assim ele poderia entender. Ela aproximou-se dele colocando a mão no ouvido e: - O que você disse?
O motorista estaciona o ônibus e desliga o motor. O menino no colo da mãe, na poltrona ao lado fala: - Ih! acabou a pilha. - Não é pilha, filho. Ele desligou o motor. - É pilha sim. Isso já aconteceu com meu carrinho.